(In RiseUp Portugal, in Facebook, 16/10/2026, Revisão da Estátua)

O ilustre Carlos Abreu Amorim, ministro dos Assuntos Parlamentares do Governo de Luís Montenegro, veio anunciar, com a arrogância própria de quem confunde um cargo público com um título de propriedade, que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”.
Há, desde logo, algo de particularmente estranho nesta declaração: Vossa Excelência não foi eleito pelos portugueses para o cargo que ocupa. Foi escolhido por Luís Montenegro e nomeado para integrar o Governo. Não recebeu um mandato pessoal para dar lições aos cidadãos sobre a forma como devem manifestar o seu descontentamento. Muito menos para os tratar como crianças malcomportadas, num tom paternalista com um cheiro a Estado Novo que julgávamos definitivamente arrumado na História.
Aliás, sendo ministro dos Assuntos Parlamentares, talvez fosse conveniente recordar-lhe que a sua função é assegurar a articulação política entre o Governo e o Parlamento, não distribuir reprimendas à população. Mas, pelos vistos, há quem confunda uma nomeação ministerial com uma promoção a tutor dos portugueses.
Há episódios que revelam mais sobre a estatura intelectual de uma pessoa do que uma longa carreira de discursos cuidadosamente preparados. Em 2013, Vossa Excelência escreveu nas redes sociais: «Magrebinos: curvem-se perante a glória do Grande Dragão!», dirigindo-se aos adeptos do Benfica. Mais tarde pediu desculpa. O pedido de desculpas foi devido, mas não apaga a pobreza de espírito, intelectual e de critério demonstrada naquela intervenção. O mais desconcertante é que, tantos anos depois, um membro do Governo continue a recorrer a um discurso de superioridade para se dirigir aos cidadãos. Esperar-se-ia de quem ocupa tão altas funções maior rigor, discernimento e sentido de responsabilidade. Afinal, os cargos podem ser atribuídos por nomeação. A estatura intelectual, essa, não vem incluída no despacho.
Pois muito bem, senhor ministro. Se pretende desafiar o povo, convém estar preparado para ouvir a resposta. Comecemos pelo elementar. O poder político pertence ao povo, não aos ministros. São os cidadãos que elegem os seus representantes, é deles que emana a legitimidade democrática e é a eles que os governantes devem prestar contas. Não é uma opinião nossa, é a Constituição da República Portuguesa. Recomendamos a leitura.
Convém também esclarecer uma pequena questão de hierarquia que parece escapar a Vossa Excelência: os governantes são servidores públicos, não patrões dos portugueses. Recebem, e muito bem, para servir quem lhes paga o ordenado. Talvez fosse interessante perguntar aos contribuintes se consideram justificados tantos salários, privilégios e regalias. Ou até se não seria mais adequado reduzir para metade os vencimentos de quem exige sacrifícios aos outros com tamanha desenvoltura.
Quanto à habitação, estamos de acordo numa coisa: não se resolve com bandeiras da Palestina, mas isso também é totalmente irrelevante para as questões em apreço. Também não se resolve com discursos arrogantes, especulação imobiliária, salários miseráveis ou bastonadas sobre quem protesta. Resolve-se com políticas públicas. Precisamente aquilo para que vos pagamos.
Qualquer pessoa medianamente inteligente compreenderá que o verdadeiro poder está nas mãos do povo. E, quando a esmagadora maioria dos portugueses enfrenta dificuldades para viver dignamente, talvez fosse prudente não desafiar quem, em conjunto, tem muito mais poder do que qualquer Governo. Não é preciso um curso de Ciência Política para perceber isto. Basta saber contar.
Se o Governo não quer ouvir os gritos da rua, experimente fazer o seu trabalho. Talvez as pessoas deixem de precisar de gritar para serem ouvidas. Quanto à promessa de não ceder, tenha alguma prudência, senhor ministro. Até na Física se aprende que aquilo que não cede, perante pressão suficiente, acaba por quebrar.
As ruas são nossas. O país é nosso. O poder é nosso. Os senhores estão apenas de passagem. Não se esqueçam de uma última coisa: não somos nós que trabalhamos para vocês. São vocês que trabalham para nós.
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E toda a cartilha estafada do fascismo regressa a vida.
A culpa dos protestos pela falta de casa em Lisboa e Porto e do Bloco de Esquerda e do PCP, sendo estes partidos responsáveis por todas as consequências dos mesmos.
Presume se que já se saiba de quem será a culpa se a bófia matar alguém. Do Paulo Raimundo e da Mariana Mortágua.
Quem o diz e a deputada liberalenga Mariana Leitão, uma grande porca sem querer ofender os animais.
Este e o recuperar do discurso salazarento do país dos brandos costumes e habitado a viver assim, pobrete mas alegrete, e se alguém protestava ou simplesmente dizia em conversa com o vizinho que a vida estava cara e porque era comunista.
Repetir este estribilho hoje e só estupido.
E querer convencer nos que os jovens acham normal viver em casa dos pais até aos 40 anos, partilhar casa com outra família, viver numa caravana ou dormir no carro enquanto casas de habitação são transformadas em alojamento local ou vendidas a nómadas digitais a preços absurdos.
E querer convencer nos de que se não fossem as forças de esquerda acharíamos isto tudo normal.
Que nos saibamos livrar desta internacional fascista porque isto é sufocante.
Essa é a parrachita do Jet7, sempre de lágrima no canto do olho, com uma falta de inteligência e uma inveja da capacidade de mobilização do BE e do PCP desconcertantes.
Por isso tentam sempre colar-se no 25 de Abril que repudiam e querem manipular, nem que seja com a propalada revisão constitucional promovida pela direitralha e restantes metralhas.
“Não se esqueçam de uma última coisa: não somos nós que trabalhamos para vocês. São vocês que trabalham para nós.” Não, não são. Eles trabalham para eles e sobretudo para os patrões deles, os capitalistas cujos interesses defendem e até agora bem
Ainda somos necessários para trabalhar mas da para ver o que nos espera quando possamos ser substituídos perante o que já acontece a quem já não está a trabalhar.
Eu até posso dar o benefício da dúvida nas primeira doses da coisa, mas agora e impossível que medicos, enfermeiros e até o mais reles auxiliar de um centro de saúde não saibam que aquilo faz mais mal que a doença de que deve prevenir.
Um idoso leva meses a espera de uma consulta de que necessita e não a tem, mas pode contar com o SMS certinho e direitinho a marcar uma data de vacinação. E se ele não tiver telemovel vai para qualquer familiar que o tenha.
Aliás vai sempre porque pode dar se o caso de a pessoa já não ter taramanhos para ir a mensagem.
A gente que faz isso tem de ter noção de que está a cometer homicídio de vulneráveis.
Quem da uma injeção daquelas sabe que vai ter o sangue de alguns deles nas maos.
Mas simplesmente não se importa.
Como nos tempos medievais não se importavam os carrascos que torturavam e matavam camponeses rebeldes, os soldados que chacinavam revoltosos, os que amarravam acusados de heresia ou bruxaria e deitavam fogo.
Como os policias que agora desfiguram e prendem crianças em França.
As elites sempre se valeram de canalha vinda do povo que se julgava igualmente superior ao restante povo e fazia o seu trabalho sujo.
Se agora também puderem usar robots que garantidamente não terão sentimentos nem poderão se legalmente culpados sem dúvida que o farão
E os fascistas lá vão dizendo asneiras sobre como a genética pode fazer as pessoas pobres e a incapacidade da esquerda em entender isso.
Querem estes filhos de puta tentar convencer nos que a pobreza que afectava 90 por cento da população medieval era culpa de os camponeses terem nascido assim e não de uma organização social nefasta?
Nesses tempos havia quem o dissesse mas no Século XXI? Tentando fazer passar isso como uma ideia muito moderna? Virem no Século XXI com a mesma ideia estafada da inferioridade dos camponeses? Chamando lhe desta vez genética? P*ta que os pariu.
Quanto ao método que podem arranjar para nos matarem a todos quando formos todos substituíveis tal como agora são os idosos assediados para ir dar vacinas também não me viu deitar a adivinhar.
Posso apostar algumas fichas na COVID 30, com muitas imagens de valas comuns de mortos pela doença geradas por IA, em vacinação desta vez dada casa a casa e a força mas quem viver verá.
A grande substituição não sera a de que os fascistas nos ameacam, de autóctones por migrantes, será de vivos por robots obedientes.
Estamos mesmo metidos numa grande patranha e num grande sarilho e provavelmente este povo a beira mar plantado e o menos ciente disso.
Estes fascistas começam a perde totalmente a vergonha no focinho.
E o problema e estarem a passar das palavras aos actos.
Os exemplos são muitos e mostram o bico de obra que temos a aviar.
Porque estamos a lidar com gente que se julga superior a todos nos, não nos reconhece humanidade e se não nos mata a todos e só porque somos precisos para trabalhar e daria muito nas vistas desatarem a matar quem já não tem idade para isso.
Mas lá vão cortando uma relva em quem cai numa certa asneira que costuma acompanhar a vacina da gripe.
Isto é que vai aqui uma açorda…
Tens razão, as elites donas dos nossoa regimes e economias não nos matam porque AINDA somos necessários para trabalhar.
Mas vê lá bem todos os milhares de milhões que andam a investir a fundo perdido na IA e nos robots autónomos, a começar pelos droids auxiliares das forças da opressão policial.
Quando formos substituíveis… é só escolher o cenário distópico mais provável.
Para já, o poder não está nas ruas nem no Parlamento, está na embaixada dos EUA, e em menor dimensão nas embaixadas de Inglaterra e de França.
Foi assim desde o meio da Segunda Guerra Mundial, quando os EUA ameaçaram invadir o nosso país NÃO-interveniente na guerra e de jure NEUTRO.
Agravou-se em 1949 com a adesão à NATO na condição de DITADURA FASCISTA COLONIALISTA CO-FUNDADORA deste bloco militar.
E assim se manteve por décadas com a PIDE a aprender (ou a aprimorar o que já sabia) a espiar e a ameaçar e a aterrorizar e a torturar e a assassinar, com o know how partilhado por Paris, Londres, e Washington.
Em 1974, e só porque estavam a levar no coiro nas guerras de agressão colonial em África, lá se fez o 25 de Abril.
A revolução teve o apoio do povo, cheirava-se LIBERDADE, fez-se uma Constituição exemplar, exigia-se construção de Socialismo e desmantelamento do Fascismo.
Até que, com uns telefonemas aqui, uns jantares acolá, e umas reuniões secretas ali, o traidor Gorbachov/Yeltsin português, de seu nome Mário Soares, colocou o Socialismo na gaveta, assegurou a continuidade do Salazarismo no dossier NATO (em.violação da Constituição), mandou vir a intervenção de Wall Street (aka o FMI), e começou logo a abdicar da soberania, i.e. começou a preparar a integração na CEE, depois CE, e no futuro Euro.
Com a queda da USSR, implodida pelo traidor Gorbachov em 1991 contra a vontade da esmagada maioria do povo em cada uma das Repúblicas, com a quase destruição da Rússia em 1993 (e anos.seguintes) pelo traidor Yeltsin contra a vontade da maioria absoluta dos Russos, e com a China ainda a rastejar para sair da miséria em que o imperialismo ocidental e japonês a tinham deixado, a facharia ocidental perdeu o medo, e acelerou a marcha para regressar ao abismo.
Se nos anos 90 isto não era notado, e se nos anos 2000 ainda não era evidente, nos anos 2010 passou a ser largamente suspeito, e hoje em dia é totalmente óbvio.
O Neoliberalismo é apenas um eufemismo para Neo-FEUDALISMO (nalguns caso com mais desigualdade do que no tempo d’Os Miseráveis), os valores Europeus são areia nos nossoa olhos para não vermos a DITADURA, a defensiva NATO é nada mais que o braço europeu do Pentágono (aka Departamento da Guerra), a austeridade (ou “contas certas”) é uma forma do povo aceitar uma economia FASCISTA e ainda por cima sentir-se culpado, a imprensa “livre” nada mais é do que um Ministério da Verdade como o de Goebbels, e as elites (que nos fazem ter medo do papão do “populismo” e “extremismo” e “terrorismo” das esquerdas anti-fascistas e dos anti-imperialistas e dos anti-sionistas) são afinal de contas as mesmas famílias de alarves que durante séculos também chamavam nomes maus a quem exigia o sufrágio universal, o fim do trabalho infantil, os direitos das mulheres, ou o fim da escravatura.
A máscara caíu por completo.
Infelizmente só os mais atentos é que repararam nisso.
E ainda mais infelizmente, o extremamente ignorante e manso e ingénuo e manipulado povo português é um dos que menos reparou nisso.
Felizmente, noutras paragens, vão aparecendo sinais positivos, de que o ar irrespirável no ocidente tem os dias contados.
Se o regime não representa o povo e o voto nada muda, então está na hora de mudar o regime!
Passo a citar, com enorme satisfação, esta notícia do DD Geopolitics, em que me dá um especial gozo saber que andam bandeiras vermelhas da Vitória (a Soviética em 1945 contra o nazismo) a ser agitadas nas ruas de França. E o sorriso na minha cara, ao saber o que está a ser entoado por estes manifestante:
“Louis XVI, we beheaded him, Macron, we’ll do it again!”
É ISSO MESMO!!!
A notícia continua assim:
“French streets look like war zones as protests erupt nationwide
Nationwide protests against the rising cost of living and fuel prices turned violent across France today, as students, unions, farmers and a revived yellow vest movement took to the streets.
Protesters were filmed chanting “Louis XVI, Louis XVI, we beheaded him, Macron, Macron, we’ll do it again!”, a reference to the French king guillotined during the Revolution.
Lyon: A tourist office branch on Place Bellecour, in the heart of the city, was looted and set on fire. Crowds prevented firefighters from reaching the blaze while police fired tear gas. A Radio France reporter on the scene called the atmosphere “insurrectionary.”
Marseille: Dozens of protesters broke down the door of city hall and stormed the lobby, smashing furniture and knocking a bust of Marianne, the symbol of the French Republic, to the floor. A municipal police station and shops were also attacked. Benoît Payan, mayor of Marseille, called the situation “out of control” and requested urgent police reinforcements.
Lille, Grenoble, Avignon: Protesters forced their way into Lille city hall and ransacked part of it. Grenoble city hall was also vandalized, and protesters entered the courtyard of the Vaucluse prefecture in Avignon.
Paris: Police used tear gas and water cannons at Place de la République. Cars and a newspaper kiosk were set on fire. An unauthorized march got within 150 meters of the Élysée Palace before police pushed it back.
By 15:00, the Interior Ministry reported 272 arrests nationwide, 163 of them in Paris.
The unrest builds on weeks of high school protests over school funding, during which police arrested nearly 7,000 people, most of them minors.”
SETE MIL DETIDOS em poucas semanas. Violência policial a causar MENORES de idade a ficarem desfigurados, ou a perderem dentes e mãos, devido às granasas de atordoamento usadas.
*O pobres não se podem queixar, têm de ser pobres e mansos.
O governo não nos representa, o povo é que deve obedecer.
A bandeira do país é só um enfeite, o que interessa são os planos imperiais.
É nossa obrigação financiar guerras e nazis e genocidas, o Estado de Bem-Estar Social foi um privilégio que já não vale a pena manter agora que não há USSR a fazer concorrência aqui ao lado.
Os vossos Direitos são todos revogáveis, ao sabor das vontades dos bilionários.
E não diferenciem entre Esquerda e Direita, deixem-se distrair na guerra de trincheiras artificial entre wokismo e conservadorismo.
Votem em quem votarem, o essencial fica na mesma.
E em caso de exceções (ex: Syriza), levam com o chicote financeiro até aprenderem a votar “certo”.
É nossa obrigação colonizar a Palestina, roubar petróleo à Venezuela, etc. É para isso que existem os territórios fora do Ocidente.
Nós podemos bombardear escolas e hospitais, mas os outros não se podem atrever sequer a defenderem-se.*
É este o regime.
Se antes a escumalha dizia “se não têm pão, comam brioches”, agora diz “se não têm dinheiro para o gasóleo, andem a pé”.
O povo tem de pagar taxas pelas garrafas e sacos de plástico, taxas que equivalem a 100% do valor desses objectos.
Os ricos pagam 0.01% de imposto em offshore (só para não ser zero), e “em nome do ambiente” vão todos de avião a jacto privado para as orgias com menores de idade com os Epsteisn que por aí andam à solta nos hotéis de Davos e Doha.
A máscara do regime já caíu.
Agora falta que o regime caia também.
As imagens de batalhas campais nas ruas ds França não mostram que o povo Francês é violento. Mostram que neste momento é o povo mais atento e corajoso de todo o Ocidente Colectivo.
França está, novamente, na vanguarda da necessária e inevitável mudança.
“Encostem-os à parede! Encostem-os à parede!” repetia o patego da bancada do Chega, provocando um esgar de cumplicidade no senhor Ministro!
Estas carolas direitolas javardolas não páram…
A direita está sem qualquer pudor apoiada que está pelos que não pensam. Penso que temos que começar a organizar qualquer tipo de resistência, não basta (ufa, ia dizendo chega) escrevermos cada qual para o seu lado, temos que nos juntar pois os tempos que aí vêm não auguram nada de bom. Hoje (17/10/2026 cerca das 16H45) ao ver um directo da CNN Portugal eis que surge António José Telo a defender prisão preventiva de pessoas de forma a impedir o tipo de manifestantes que ele não gosta. Lembro-me quando a pide fazia as tais prisões preventivas em Março para impedir protestos. Portanto, já temos a direita a pedir sem qualquer pejo que voltem os tempos pidescos. Vejam por favor, não podemos ficar parados e calados à espera que a direita volte a fazer das suas.
Abraço fraterno.
Onde está Março deverá ler Maio (28 de).
Erro meu
Bem dito.
Mais que arrogância esta conversa de rufia mostra o que já todos temos obrigação de saber pelos antecedentes dos animais.
As nossas vidas não valem uma casca de alho.
Essa gente governa para meia dúzia de amigos e por isso as vidas de todos nós que lhes pagamos o ordenado não valem nada.
Podemos ter parques de caravanas de três andares como na Florida ou quatro famílias num T2, o que e preciso é que seja tudo longe das vistas dos turistas.
Eles simplesmente não se importam.
A tal portaria de que tanto se fala não é um tecto as rendas. E o valor até ao qual os senhorios estarao totalmente isentos de impostos. Seja alguém que comprou uma segunda casa em tempos melhores e procura aí um complemento de reforma a um dos muitos fundos abutres de quem são amigos.
Para ter uma ideia da perda de receita fiscal que isto e basta ver que até há pouco tempo as rendas eram tributadas a 25 por cento podendo se descontar coisas como o condomínio ou o IMI da casa.
Esse arrombo vai sair não das mordomias deles mas mais uma vez de educação, saúde e apoios sociais.
Porque eles nunca irão precisar disso e as nossas vidas não valem a ponta de um corno.
E não deixa de ser interessante que para estes bandalhos uma bandeira da Palestina tenha o efeito de um pano encarnado para um touro.
Porque para eles as nossas vidas valem tão pouco como as vidas palestinianas para os israelitas. Ou seja, não valem nada.
Se não nos matam a torto e a direito e porque precisam de quem trabalhe e quem lhes pague ordenados e mordomias. Pudessem substituir nos a todos por robôs fiáveis e já estaríamos todos mortos.
Ninguém tenha disso duvida alguma.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.
Excelente comentário!